Mulheres

A hora e a vez do empreendedorismo feminino

Seja para obter independência financeira, seja para simplesmente satisfazer aspirações de conduzir um negócio, especialmente em 2017, as mulheres demonstraram ser uma força importante no cenário de negócios, se envolvendo cada vez mais no empreendedorismo, liderando mais conferências e iniciativas de mentoring.

Segundo o relatório “Megatrends making sense of a world in motion”, da Ernst Young, milhões de mulheres em todo o mundo estão iniciando ou operando novos negócios, muito mais pela oportunidade do que por necessidade.

E mesmo diante de obstáculos como falta de capital e, muitas vezes, restrições sociais rigorosas, as mulheres continuam a lançar e a desenvolver negócios. Dados do Banco Mundial mostram que essas empreendedoras contribuem substancialmente para o crescimento econômico e a redução da pobreza em todo o mundo. Além disso, negócios de empreendedoras são uma fonte cada vez mais importante de novos empregos (23 milhões de empregos só nos EUA).

E a previsão é de que sete milhões de empreendedoras e cinco milhões de empresas estabelecidas por mulheres estão planejando expandir seus negócios nos próximos cinco anos.

É claro que todo o potencial e valor das mulheres como empreendedoras e empresárias ainda precisa se manifestar plenamente. E até lá, negócios e instituições serão cada vez mais desafiados a criar ambientes que promovam o progresso (e removam barreiras) de empreendedoras em todo o mundo.

De acordo com o “Mastercard Index of Women Entrepreneurs 2017”, algumas das mais comuns e maiores restrições aos negócios conduzidos pelas mulheres são:

– Falta de financiamento/capital de risco
– Restrições regulatórias e ineficiências institucionais
– Falta de autoconfiança/foco empreendedor
– Medo de falhar
– Restrições socioculturais
– Falta de treinamento e capacitação

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