CEO

CEOs ativos

Double exposure concept with thinking businessman and city. WithOs Conselhos top dos EUA tiveram um aumento de membros CEOs em 2014, de acordo com dados divulgados recentemente pelo “The Weight of Boards da América”, que mede a capacidade de governança das maiores organizações dos EUA. O estudo descobriu que CEOs, ativos e aposentados, estão voltando para as reuniões de Conselho após um declínio prolongado de atuação fora dessa arena, que começou em 1990.

Segundo a pesquisa, o número de assentos preenchidos por CEOs ativos no Conselho entre as 500 maiores corporações norte-americanas aumentou 1,3%, enquanto a quantidade de assentos ocupados por CEOs aposentados aumentou 2,5%. Das 6.097 cadeiras de Conselhos das principais empresas dos EUA, CEOs ativos ou aposentados agora preenchem 2.064 assentos.

Há apenas três anos, o índice da Spencer Stuart mostrava que CEOs serviam em 0,6 Conselhos de fora, metade da média de 1,2 na década anterior. Em 2012, 54% dos CEOs dessas 500 organizações participavam apenas nos Conselhos de suas empresas, em comparação a 48% em 2007.

Para os responsáveis pelo estudo, a mudança é um bom sinal, pois quanto mais executivos top houver em Conselhos, mais a empresa será capaz de ter uma governança baseada na experiência. “Esperamos que esses resultados assinalem o início de uma tendência nas organizações de aumentar o peso de seus Conselhos”, afirmam.

CEOs ativos trazem um mix importante de conhecimento — funcional, de gestão e do setor — que os prepara para aconselhar e monitorar uma corporação. Entre os aspectos positivos de ter CEOs ativos servindo no Conselho estão: sua perícia estratégica e gerencial, suas experiências em lidar com uma crise ou fracasso e suas extensas redes pessoais e profissionais.

Em termos de atributos intangíveis, conselheiros que são CEOs ativos são vistos como mais capazes de identificar com o CEO uma série de questões prementes, construir confiança mais rapidamente, priorizar desafios e demonstrar conhecimento atual sobre questões de negócios. Não é à toa que uma pesquisa realizada pela NACD considera que a experiência de CEO é o background funcional mais importante no recrutamento de um novo conselheiro.

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